Depressão, ansiedade, anorexia e crescimento prejudicado são algumas das conseqüências de internações em crianças.

Estudos longitudinais em serviços que oferecem atividades lúdicas sistematizadas demonstram que brincar aumenta a aceitação ao tratamento, ameniza os distúrbios de comportamento, desencadeia impressões e impacto positivo no organismo melhorando o sistema imunológico.

 

Gatilhos de stress x gatilhos de felicidade

Hormônios e neurotransmissores relacionados ao equilíbrio e conforto do organismo são disparados quando temos relações acolhedoras, ambiente agradável e atividades prazerosas.

A “química do bem-estar” diminui o impacto do stress, comum em casos de doença, sofrimento emocional, alterações funcionais.

Atividades que favorecem relaxamento e contato amigável são reconhecidas como importantes estratégias de conforto. 

 

Observações importantes:

Brincar, melhora a qualidade de vida e auxilia na recuperação da criança.  

Vários estudos demonstram que a atividade lúdica, diminui a percepção da dor, permitindo menor uso de analgésicos.

Atenção especial deve ser proporcionada aos dois primeiros anos de vida, fundamentais para o processo de desenvolvimento. São graves, e às vezes irreversíveis, as seqüelas da falta de estímulo e brincadeiras durante hospitalizações nessa fase.