PostHeaderIcon Outros Conceitos

- Porque é importante brincar?

BRINCAR aparece desde os primeiros meses de vida, por meio de  interações prazerosas com o próprio corpo, com  os adultos e com o ambiente.  À partir dessas atividades iniciais, o comportamento vai se ampliando e expandindo ao longo da infância e prossegue durante todo o ciclo vital. Sendo uma atividade necessária e presente em toda a existência, deverá ser preservada e estimulada nos momentos de maior stress. Fonte de bem estar e organização, transforma-se em grande ferramenta nas condições de adversidade.

 

- Porque é importante brincar na escola?

Sabemos que a motivação é fator determinante para o aprendizado. Brinquedos e estratégias lúdicas em salas de aula permitem descobertas e aprendizados duradouros e consistentes, pois estes acontecem em situação de alegria e prazer.

Assim, as crianças podem aprender de forma criativa e dinâmica, associando os conteúdos acadêmicos a jogos e  brincadeiras.

 

- Porque é importante brincar na reabilitação?

        COMO VIABILIZAR O “BRINCAR PARA TODOS”

Oferecendo um ambiente adaptado às necessidades e limitações dos pacientes, dentro de conceitos, critérios e legislação de acessibilidade em vigor (mesas que encaixem cadeiras de rodas, pranchetas e adaptações para pessoas com necessidades especiais, brinquedos apropriados para pessoas com deficiências, quando necessário (VER RECOMENDAÇÃO);

Propiciando atendimento para pessoas nos leitos, com as devidas adequações;

Definindo espaço e atividades específicas e adequadas para o desenvolvimento de bebês.

        O ambiente deve ser aconchegante e estimulante para familiares e visitantes.

 

- Porque é importante brincar no Hospital?

Sabemos que a hospitalização é uma experiência de grande impacto para a criança, causando, habitualmente, ansiedade e medo.

Especialistas concordam que a internação e seus procedimentos, muitas vezes invasivos e dolorosos, desencadeiam comportamentos de insegurança e retração, dificultando o tratamento e a recuperação.

Frente à essa problemática, o brincar, o jogo e as atividades criativas são recursos fundamentais para diminuir o stress da internação e neutralizar a impessoalidade e a frieza, comuns aos ambientes hospitalares.

Apesar de hospitalizada, a criança não deixa de ter os interesses normais de sua fase de desenvolvimento: movimento, brincadeira, interação, criatividade.

Da mesma forma, adolescentes, adultos, idosos e pessoas com necessidades especiais, devem receber estímulos adequados às suas faixas etárias e condições.

          

PostHeaderIcon Circulante

Carrinho desenvolvido para receber acervo selecionado de acordo com o interesse do cliente e circular por todos os espaços da instituição, escola, hospital etc.

Com layout e design inovador, o carrinho é um lançamento que permitirá a todos os ambientes terem sua brinquedoteca personalizada.

Oferece uma SELEÇÃO DE BRINQUEDOS E ATIVIDADES organizados em móvel com  rodas e desenho de carrinho. É composta por:

 KITS de atividades: acervo adaptado para cada situação e ambiente:

  • As rodas permitem deslocamento por diversos ambientes; 
  • O espaço interno é planejado para receber embalagens adequadas à higienização;
  • Utiliza critérios de identificação por cor, o que facilita a operacionalização das propostas.

 

PostHeaderIcon Adoleteca

Acervo direcionado para  interesses de adolescentes e adultos:

- Jogos de regras, desafios cognitivos e motores;

- Acessórios e propostas para pinturas, desenhos, musicalização e demais recursos expressivos.

PostHeaderIcon Brinquedoteca Reabilitacionais

Acervo específico para suporte as várias necessidades:

- Apoio a estimulação psicomotora;

- Apoio ao desenvolvimento cognitivo e emocional;

- Apoio a estimulação sensorial.

 

* PRINCÍPIOS BÁSICOS DA BRINQUEDOTECA REABILITACIONAL   

 A Brinquedoteca Reabilitacional deve favorecer a ambientação facilitadora das experiências motoras, sensoriais e afetivas fisiológicas que a patologia interrompeu.

As experiências corporais devem ser estimuladas, facilitadas ou realizadas em conjunto (colo, almofadas, conchas e etc.).

Nas brincadeiras pretendemos fazer com que a criança perceba seu corpo, deseje se movimentar e se relacionar.

Nas vivências em brinquedoteca reabilitacional podemos: 

  • Apresentar estímulos adequados; 
  • Oferecer materiais adaptados; 
  • Inibir reflexos patológicos; 
  • Modular tônus; 
  • Relaxar; 
  • Favorecer posturas novas; 
  • Integrar percepções; 
  • Facilitar movimento; 
  • Oferecer estratégias cognitivas e modelos comportamentais; 
  • Estabelecer relações corretas e inclusivas.

 TUDO ISSO EM AMBIENTE ALEGRE E POR MEIO DE DINÂMICAS MOTIVADORAS E PRAZEROSAS!

PostHeaderIcon Brinquedoteca Hospitalar

Acervo selecionado para os diversos contextos e situações hospitalares:

- Leitos;

- Salas de recreação;

- UTIs;

- Pronto-atendimento.

 

* Princípios básicos da brinquedoteca hospitalar:

- Quanto ao espaço físico:

  • O formato e disposição da brinquedoteca deverão atender os objetivos da instituição, perfil da clientela e preservar as orientações gerais para o assunto.
  • Baseado nas normas nacionais (MEC) que regem o espaço para cada criança em creches e escolas infantis, a Brinquedoteca Hospitalar também deve respeitar o mínimo de 1,5 metros quadrados por criança;
  • A brinquedoteca deve oferecer condições adequadas de iluminação, ventilação e localização;
  • Deve respeitar condições de segurança: tomadas altas e/ou ocultas, trancas de segurança em armários, portas e janelas. Os brinquedos, equipamentos lúdicos e recursos expressivos, audiovisuais, livros, etc, devem ser adequados e ou adaptados às condições cognitivas, motoras e emocionais dos pacientes pediátricos e hebiátricos;
  • Os brinquedos, jogos e equipamentos lúdicos devem ser resistentes e de fácil assepsia, e a higienização deverá ser orientada pelo CCIH do serviço ou de acordo com critérios técnicos adequados;
  • Os espaços lúdicos devem ter pias ou lavatórios para a higiene de mãos e materiais;
  • O mobiliário deve ter cantos arredondados e desenhos anatômicos.

 

- Quanto ao atendimento:

  • É interessante que a Brinquedoteca seja um ambiente reconhecido e respeitado, por todos os setores do hospital, como espaço de bem estar e acolhimento. É importante que a Brinquedoteca Hospitalar seja integrada à instituição e sob perspectiva de atuação multidisciplinar;
  • Na Brinquedoteca, o brincar livre e espontâneo deve ser priorizado e favorecido;
  • A Brinquedoteca não deve ser usada para induzir comportamentos colaborativos ou para forçar procedimentos. A criança será mais colaborativa, quanto mais relaxada e alegre estiver. Problemas mais sérios de comportamento deverão ser acompanhados por especialistas;
  • Os recreacionistas/ludoeducadores/brinquedistas responsáveis pelos atendimentos lúdicos devem ser capacitados para essas atividades;
  • O número de profissionais deve ser estabelecido de acordo com a política do serviço para escalas e turnos. É sugerida como referência a mesma legislação que rege creches (UM PROFISSIONAL PARA CADA 8 CRIANÇAS) além de pessoas suficientes para os leitos e demais contextos;
  • Cabe ao coordenador da Brinquedoteca: PLANEJAMENTO, ORGANIZAÇAO, AVALIAÇÃO E SUPERVISÃO do atendimento no Espaço Lúdico. Deverá também promover atendimento nos demais ambientes: leito, UTI, e outros contextos necessários;
  • Na Brinquedoteca devem ser organizadas OFICINAS e ATIVIDADES EM GRUPOS que podem envolver, também as mães, os irmãos e demais acompanhantes e visitantes.

 

PostHeaderIcon Brinquedoteca Escolar

Seleção de acervo específico para suporte pedagógico

* Brinquedos e jogos específicos para:  

- Estimulação de motricidade e grafismo;

- Apoio para desenvolvimento de raciocínio lógico-matemático;

- Apoio para alfabetização, leitura e escrita;

- Noções e conceitos do mundo físico e conhecimentos gerais.